Desesperadamente Teu
Paperback
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ISBN13: 9798268205565
Publisher: Independently Published
Published: Oct 3 2025
Pages: 122
Weight: 0.30
Height: 0.31 Width: 5.50 Depth: 8.50
Language: Portuguese
Publisher: Independently Published
Published: Oct 3 2025
Pages: 122
Weight: 0.30
Height: 0.31 Width: 5.50 Depth: 8.50
Language: Portuguese
Alguns trechos:
Desesperadamente te quero, / Mas não posso te dizer, / Por isto, guardo este segredo / Por trás de sete chaves, / E meus lábios estão selados, / Mesmo que murmurem em silêncio. / No escuro da noite,
Nesse quarto vazio restou / Esse maldito espelho quebrado / Que de mim não tem clemência / Nem percebe sequer que estou / Infinitamente assombrado / Pelo fantasma de tua ausência.
Desesperadamente te quero, / Mas não posso te dizer, / Por isto, guardo este segredo / Por trás de sete chaves, / E meus lábios estão selados, / Mesmo que murmurem em silêncio. / No escuro da noite,
Nesse quarto vazio restou / Esse maldito espelho quebrado / Que de mim não tem clemência / Nem percebe sequer que estou / Infinitamente assombrado / Pelo fantasma de tua ausência.
Não adianta me perguntar, / Pois jamais respondo / Sobre segredos inconfessáveis / Que relutam em se revelar, / E por causa disto, eu os escondo / Entre minhas memórias indevassáveis
Peço apenas que me desculpes, / Pela saudade que se avizinha, / Espiando-me em teu olhar fugaz, / E que provavelmente veja pela última vez, / Mesmo que talvez não seja definitivo, / Pois apenas a morte tem esse predicado, / Mas não ligues para esta tristeza que vês / Em meu olhar desesperadamente aflitivo, / Do qual o derradeiro brilho foi cancelado.
Em minha mente concreta, / Viraste uma lembrança difusa, / Eras a minha memória mais secreta, / Mas hoje, és somente a mais confusa.
Poetas são seres interessantes, / Que se divertem, em seus devaneios, / Em contar estrelas no céu da boca, / Relatando suas aventuras inventadas, / Sobre viagens que nunca fizeram, / Ou amantes sem nome, / Que jamais existiram
Não me esqueça, / Por muitas voltas que o mundo dê, / Mesmo que eu subitamente desapareça, / E que a solidão envolva você / Num manto de tristes memórias, / E tenhamos nos desencontrado / E até escondido nossas histórias / De paixão e de pecado, / Que para mim estarão sempre vivas / Em minhas lembranças secretas
Minha mente é uma fábrica de poemas, / Que surgem em rápida sucessão, / Contando histórias de amantes / Que se perderam ou se encontraram, / E em poucas horas de paixão liberam / Os desejos reprimidos, / Ao som de gritos e gemidos, / Que se sucedem rapidamente, / Acompanhados de beijos e juras./ Nessas histórias fabricadas, / Muitas das quais têm um fundo de verdade,
E, por sua causa, meus olhos choram, / E vertem lágrimas pungentes, / Que pela face escorrem, / Perturbadoras, / Incandescentes, / E que meu rosto percorrem, / Deixando rastros visÃveis, / Que quem vê fica chocado, / Mas o pior são os sintomas invisÃveis / Dessa infame e cruel realidade, / Que me deixam ainda mais perturbado: / As malditas dores da saudade, / Que nunca saem do meu lado..
No céu de minha boca pulsam estrelas, / Todas elas de primeira grandeza, / E quem tiver o dom de percebê-las, / Irá se maravilhar com sua beleza, / Cada uma delas com o dom da Poesia, / Algumas delas expulsam poemas de amor, / Outras, versos carregados de fantasia, / Com um final pulsante, arrebatador, / Entre amantes que se reencontraram, / Depois de anos um do outro perdido,
A noite esconde em seus arquivos, / Imensos e discretos, / Encontros secretos / Entre amantes furtivos, / Que se encontram às escondidas, / Externando seus desejos e taras, / Que jamais revelam às claras, / Represadas ao longo de suas vidas,
Então você me olhou fixamente, / Perscrutando-me com seus olhos profundos, / E perguntou se eu tinha tempo para tomarmos um café, / Enquanto conversávamos sobre tantas coisas em comum, / E, poucos minutos depois, lá estávamos, / Trocando confidências como se fôssemos velhos amigos, / Descobrindo que na verdade éramos almas gêmeas, / E por isto havia tantas coincidências incrÃveis entre nós, / E aquela tarde, marcada pelo inevitável encontro, / Apenas o primeiro de muitos, foi apenas o inÃcio / Da mais linda história de amor que a vida nos contou...
Peço apenas que me desculpes, / Pela saudade que se avizinha, / Espiando-me em teu olhar fugaz, / E que provavelmente veja pela última vez, / Mesmo que talvez não seja definitivo, / Pois apenas a morte tem esse predicado, / Mas não ligues para esta tristeza que vês / Em meu olhar desesperadamente aflitivo, / Do qual o derradeiro brilho foi cancelado.
Em minha mente concreta, / Viraste uma lembrança difusa, / Eras a minha memória mais secreta, / Mas hoje, és somente a mais confusa.
Poetas são seres interessantes, / Que se divertem, em seus devaneios, / Em contar estrelas no céu da boca, / Relatando suas aventuras inventadas, / Sobre viagens que nunca fizeram, / Ou amantes sem nome, / Que jamais existiram
Não me esqueça, / Por muitas voltas que o mundo dê, / Mesmo que eu subitamente desapareça, / E que a solidão envolva você / Num manto de tristes memórias, / E tenhamos nos desencontrado / E até escondido nossas histórias / De paixão e de pecado, / Que para mim estarão sempre vivas / Em minhas lembranças secretas
Minha mente é uma fábrica de poemas, / Que surgem em rápida sucessão, / Contando histórias de amantes / Que se perderam ou se encontraram, / E em poucas horas de paixão liberam / Os desejos reprimidos, / Ao som de gritos e gemidos, / Que se sucedem rapidamente, / Acompanhados de beijos e juras./ Nessas histórias fabricadas, / Muitas das quais têm um fundo de verdade,
E, por sua causa, meus olhos choram, / E vertem lágrimas pungentes, / Que pela face escorrem, / Perturbadoras, / Incandescentes, / E que meu rosto percorrem, / Deixando rastros visÃveis, / Que quem vê fica chocado, / Mas o pior são os sintomas invisÃveis / Dessa infame e cruel realidade, / Que me deixam ainda mais perturbado: / As malditas dores da saudade, / Que nunca saem do meu lado..
No céu de minha boca pulsam estrelas, / Todas elas de primeira grandeza, / E quem tiver o dom de percebê-las, / Irá se maravilhar com sua beleza, / Cada uma delas com o dom da Poesia, / Algumas delas expulsam poemas de amor, / Outras, versos carregados de fantasia, / Com um final pulsante, arrebatador, / Entre amantes que se reencontraram, / Depois de anos um do outro perdido,
A noite esconde em seus arquivos, / Imensos e discretos, / Encontros secretos / Entre amantes furtivos, / Que se encontram às escondidas, / Externando seus desejos e taras, / Que jamais revelam às claras, / Represadas ao longo de suas vidas,
Então você me olhou fixamente, / Perscrutando-me com seus olhos profundos, / E perguntou se eu tinha tempo para tomarmos um café, / Enquanto conversávamos sobre tantas coisas em comum, / E, poucos minutos depois, lá estávamos, / Trocando confidências como se fôssemos velhos amigos, / Descobrindo que na verdade éramos almas gêmeas, / E por isto havia tantas coincidências incrÃveis entre nós, / E aquela tarde, marcada pelo inevitável encontro, / Apenas o primeiro de muitos, foi apenas o inÃcio / Da mais linda história de amor que a vida nos contou...
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